Quase ninguém liga para um escritório sem antes olhar. Alguém indicou, a pessoa digitou o nome, abriu o perfil. A decisão de ligar ou não costuma acontecer antes de qualquer conversa, em poucos segundos, a partir de quatro coisas.
O nome, a foto do perfil, a primeira linha da bio e as últimas publicações. É o que cabe na tela sem rolar. Se o nome não diz a área, se a foto é um logotipo ilegível, se a bio abre com uma frase genérica e as publicações são imagens de banco, a pessoa não tem como distinguir o seu escritório de qualquer outro.
Nome e área na primeira linha, em palavras que o cliente usa. Um link que funciona e leva a um lugar com contato claro. Uma grade sem banco de imagem, com pouca coisa, mas sua. E nenhuma promessa: o perfil informa quem é o escritório e com o que trabalha, sem dizer o que vai conseguir.
Quem chega por indicação já vem com meia confiança. O perfil pode completar essa confiança ou desfazê-la. Não é uma questão de estética: é a diferença entre a pessoa ligar hoje ou guardar o contato para depois. É por aí que começa o trabalho de conteúdo descrito em Serviços.
O mesmo teste vale para o site, que costuma ser o passo seguinte de quem viu o perfil. A primeira tela precisa dizer, sem rolar, quem é o escritório, onde fica, em que áreas atua e como falar com alguém. Se a pessoa precisar procurar o telefone, parte delas desiste antes de achar.
Uma conversa de diagnóstico, sem compromisso, para entender onde a banca está e onde ela poderia estar.