Marca · Ementa nº 006

Sobriedade não é ser sem graça.

Quando lê que a publicidade do advogado deve primar pela discrição e pela sobriedade, muita gente entende: cinza, genérico, sem personalidade. O resultado são perfis e sites que cumprem a regra e não dizem nada.

O que a regra pede

Sobriedade é uma questão de conduta: não fazer alarde, não prometer, não se comparar, não correr atrás do cliente. Ela limita o que se diz e o tom com que se diz. Não obriga ninguém a abrir mão de cor, de boa tipografia ou de uma voz reconhecível.

Discreto é o contrário de espalhafatoso, não o contrário de memorável.

Onde a personalidade cabe

Na escolha de uma cor que ninguém da sua área usa. Numa letra desenhada com cuidado. Em fotos reais do escritório e de quem atende. Num jeito de escrever que soa como os sócios falam em reunião. Nada disso é mercantilização; é identidade.

O teste

Cubra o nome do escritório numa publicação sua. Se ainda desse para saber de quem é, a marca está funcionando. Se poderia ser de qualquer banca, a sobriedade virou esconderijo. Veja como isso fica aplicado no Portfólio.

Tom também é marca

Sobriedade vale para o texto tanto quanto para a imagem. Frases curtas, afirmativas, sem exclamação e sem jargão desnecessário soam sérias sem soar distantes. Um escritório que escreve como fala com o cliente em reunião já se diferencia, sem precisar de nenhum adjetivo.

Pauta de 2026 · 10 escritórios

Seu escritório
é o próximo caso.

Uma conversa de diagnóstico, sem compromisso, para entender onde a banca está e onde ela poderia estar.

Fale no WhatsApp